A Fokker foi uma das empresas pioneiras na fabricação em série de aviões militares e comerciais , fundada em 1919 por Anthony Fokker, um polêmico empresário que se tornou fornecedor de aeronaves de guerra durante a 1ª Guerra Mundial. A holandesa Fokker declarou falência em 1996, após algumas tentativas fracassadas de salvamento do fabricante pela corporação Daimler Chrysler / Dasa Aviation.
Em 1967, a Fokker criou uma pequena divisão espacial construindo partes de satélites europeus. Um avanço maior ocorreu em 1968 quando a Fokker desenvolveu o primeiro satélite holandês, o ANS em parceria com a Philips e algumas universidades locais. A ele se seguiu um segundo projeto de satélite, o IRAS, lançado com sucesso em 1983. Em Junho de 1974, a Agência Espacial Europeia (ESA) concedeu um contrato para a fabricação de componentes para o Spacelab no qual a Fokker participou.
Na sequencia, a Fokker contribuiu em vários projetos de satélites europeus, assim como para o foguete Ariane nos seus vários modelos. Em conjunto com uma empresa russa, desenvolveu um enorme sistema de paraquedas para os foguetes auxiliares do foguete Ariane 5, para que eles pudessem ser reutilizados.
A divisão espacial se tornou cada vez mais independente, até que, logo antes da falência da Fokker em 1996, ela se tornou uma empresa separada, conhecida sucessivamente por: Fokker Space and Systems, Fokker Space, e Dutch Space. Em 1 de Janeiro de 2006, ela foi adquirida pela EADS-Space Transportation.
Em 1967, a Fokker criou uma pequena divisão espacial construindo partes de satélites europeus. Um avanço maior ocorreu em 1968 quando a Fokker desenvolveu o primeiro satélite holandês, o ANS em parceria com a Philips e algumas universidades locais. A ele se seguiu um segundo projeto de satélite, o IRAS, lançado com sucesso em 1983. Em Junho de 1974, a Agência Espacial Europeia (ESA) concedeu um contrato para a fabricação de componentes para o Spacelab no qual a Fokker participou.
Na sequencia, a Fokker contribuiu em vários projetos de satélites europeus, assim como para o foguete Ariane nos seus vários modelos. Em conjunto com uma empresa russa, desenvolveu um enorme sistema de paraquedas para os foguetes auxiliares do foguete Ariane 5, para que eles pudessem ser reutilizados.
A divisão espacial se tornou cada vez mais independente, até que, logo antes da falência da Fokker em 1996, ela se tornou uma empresa separada, conhecida sucessivamente por: Fokker Space and Systems, Fokker Space, e Dutch Space. Em 1 de Janeiro de 2006, ela foi adquirida pela EADS-Space Transportation.
FOKKER 50
FOKKER 70
FOKKER 100
==================================================================================
No Brasil ficou famoso pela TAM Linhas Aéreas com os Fokkers 100, mas depois de tantas tragédias, a Empresa decidiu fechar contrato com a Fokker e que veio a abrir falência em seguida.
O voo TAM 402 era uma linha aérea de passageiros entre São Paulo e Rio de Janeiro operada pela TAM Linhas Aéreas. Tornou-se conhecida pelo seu acidente aéreo ocorrido no dia 31 de outubro de 1996. Nesse dia, o Fokker 100, prefixo PT-MRK, com noventa passageiros e seis tripulantes a bordo caiu 24 segundos logo após a decolagem do Aeroporto Internacional de Congonhas, em São Paulo. Três pessoas morreram em solo. Muitos ficaram feridos.
No dia 31 de outubro de 1996 o avião Fokker 100 (nome técnico: Fokker 28 MK-0100) de cor azul-escuro pintado com a inscrição "Number 1" da empresa TAM Linhas Aéreas taxiou pela pista 17R do Aeroporto de Congonhas. Decolou às 8h26min com destino ao Rio de Janeiro. A bordo, noventa passageiros e seis tripulantes. Era comandado por José Antônio Moreno, que tinha mais de nove mil horas de voo, das quais três mil em Fokker 100.
O avião procedia do Aeroporto de Caxias do Sul.
Segundo os radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 1), o plano de voo consistia em que o avião saísse do aeroporto com cerca de 33 metros de altura e mudasse sua direção, o que não foi possível devido a uma falha no reversor (sistema de freio que deve ser acionado na hora do pouso) do motor direito, o que impediu o recolhimento do trem de pouso e levou a perda da velocidade e sustentação (estol). Entre a saída do aeroporto até a queda passaram-se somente 24 segundos.
Acionado em situações adequadas, o reversor é aberto em forma de guarda-chuva na parte posterior da turbina da aeronave, que desviando o fluxo de ar do motor para frente, causando a frenagem da aeronave. No caso do voo 402, uma pane neste recurso fez com que ele se abrisse e fechasse durante várias vezes no processo da decolagem. As aeronaves Fokker-100, por não possuírem na época os alarmes de aviso de reversor, deixaram o comandante sem ação quanto a "falta de potência" da aeronave. Quando os alarmes de velocidade soaram na cabine, o comandante simplesmente os ignorou pois eles usualmente davam alarmes falsos (vide Auto-Throttle) e aumentou a potência no motor danificado, causando ainda mais desvio de fluxo de ar.
O Fokker 100 colidiu primeiramente com um prédio de dois andares. Em seguida, a aeronave colidiu com um prédio de três andares, arrancou o telhado de um sobrado (matando o pedreiro Tadao Funada) e mergulhou no asfalto.
O fato de a região ser habitada predominantemente por trabalhadores do comércio e da indústria e o acidente ter ocorrido depois das 8h da manhã fez com que o número de vítimas em solo fosse baixo, já que a maioria das casas estavam vazias.
No momento do resgate, os corpos que os bombeiros retiraram dos escombros fumegantes estavam irreconhecíveis em sua maioria e o IML teve grande dificuldade na identificação, sendo que em quatro corpos foi necessário o uso do exame de DNA1 .
Quase todos os passageiros apresentavam como causa principal da morte a quebra da coluna vertebral devido ao impacto a 300 km/h no solo e ao desprendimento das poltronas da fuselagem do avião.
Nenhum comentário:
Postar um comentário